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Dicas de Direito Previdenciário

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VR - Advocacia & Consultoria Jurídica

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domingo, 22 de julho de 2012

ACÁCIA GRAPIÚNA INICIA NOVOS MAÇONS

Neste sábado (21/07), em uma bela cerimônia que contou com as presenças de veneráveis mestres e maçons de diversas Lojas co-irmãs de nossa região, o venerável mestre da A.•.R.•.L.•.S.•. Acácia Grapiúna do Oriente de Itabuna/ligada a Grande Loja do Estado da Bahia (GLEB) Pedro Luciano Araújo Jatobá, iniciou 6 novos maçons.
A cerimônia foi realizada na A.•.R.•.L.•.S.•.Areópago Itabunense e os maçons iniciados foram:  Antônio Luiz de Oliveira, Eric Ettinger de Menezes, John Vinicius Oliveira Nascimento, Luciano José Stelitani Pinto, Marcos Wagner Prates Alpoim Andrade e Uallace Souza Xavier.


terça-feira, 17 de julho de 2012

Morre o fundador da Ordem Demolay no Brasil

Alberto Mansur fundador da Ordem Demolay


Morreu na madrugada desta terça-feira (17/07), no Rio de Janeiro, o fundador da Ordem DeMolay no Brasil, entidade ligada à Maçonaria Universal.
Alberto Mansur era maçom do Grau 33, ex-Soberano Grande Comendador do Rito Escocês da Maçonaria e ex-Grande Mestre Nacional da Ordem Demolay.
Alberto Mansur era maçom do Grau 33, ex-Soberano Grande Comendador do Rito Escocês da Maçonaria e ex-Grande Mestre Nacional da Ordem Demolay.
Ele também é considerado responsável pela fundação, em nosso país, da Ordem Internacional das Filhas de Jó e da Ordem da Estrela do Oriente.
Nascido em 1922, Mansur, lutou na década de 1970 para a fundação do primeiro núcleo da instituição em terras brasileiras, o Capítulo Rio de Janeiro Nº 001. Após isso, foi um grande incentivador das fundações de vários Capítulos, com destaque para o Nordeste, onde ajudou o maçom potiguar Francisco de Assis Santiago a fundar o Capítulo de Caicó.
“Solicitamos que todos os Capítulos e DeMolays reservem um espaço em suas orações para que dediquem ao nosso fundador, como uma última homenagem àquele que nos uniu no Brasil”, conclui o Grande Mestre Nacional. Com o falecimento de Mansur, o Supremo Conselho da Ordem DeMolay para a República Federativa decreta Luto Oficial de três dias como reconhecimento pelos serviços prestados à juventude brasileira.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

IX ENCONTRO DE GRÃO-MESTRES FOI UM SUCESSO


Nos dias 25, 26 e 27 de maio pp, foi realizado o IX Encontro de Grão-Mestres do N/NE e o Encontro das Presidentes das Fraternidades Femininas N/NE.
A solenidade de abertura aconteceu no Templo Nobre do G.••. O.•.E.•.B.•., na Rua Marquês de Barbacena nº 157, Bairro Saúde, Salvador, Bahia, contou com a presença de 13 Grão-Mestres, incluindo-se aí o Soberano Grão Mestre Ir.•. Marcos José da Silva que prestigiou o encontro juntamente com sua esposa e Presidente Nacional da Fraternidade Feminina Cruzeiro do Sul, a Fraternalíssima Cunhada Ligia Castro, e estiveram presentes os EEmin.•. IIr.•. : Aderaldo Pereira de Oliveira – Paraíba; Amintas de Araújo Xavier - Minas Gerais; Aurélio de Aguiar Moita Jr – Amazonas; Daury dos Santos Ximennes – Pernambuco; Divino Carlos Gouvêa – Roraima; Francisco José de Souza – Piauí; José Anízio de Araújo – Ceará; José Augusto de Araújo Rodrigues – Acre; José de Jesus Bíllio Mendes – Maranhão; Lourival Mariano de Santana - Sergipe
Raimundo Farisa – Pará; Silvio Souza Cardim – Bahia; A solenidade de abertura contou ainda com as ilustres presenças da Presidente da Fraternidade Feminina Cruzeiro do Sul - Bahia, Cunhada Lucia Coelho Correia (esposa do Grão-Mestre da Bahia Silvio Cardim), da Vice-Reitora da UNEB - Universidade do Estado da Bahia Profª. Adriana dos Santos Marmori Lima, o Engº. Elétrico Dr. Manoel Castro San Martin, que proferiu palestra sobre Energia Elétrica, Fontes Alternativas, Expansão das Redes e Modelos Alternativos, o Pod.•. Ir.•. Humberto Lopes Cedraz Grão-Mestre de Honra do Grande Oriente Estadual da Bahia, o Grão-Mestre Estadual Adjunto Pod.•. Ir.•. Eviládio Teixeira de Carvalho e Esposa a cunhada Eunice, o Presidente do Tribunal Regional Eleitoral Maçônico Pod.•. Ir.•. Tolenildo Ferreira de Santana, o Ir.•. Dilton Dória da UNEB, Veneráveis de diversas cidades.
O Emin.•. Grão-Mestre do Grande Oriente Estadual da Bahia Ir.•. Silvio Souza Cardim, homenageou com o título de AMIGO DA MAÇONARIA, o Magnífico Reitor da UNEB, Profº, Lourisvaldo Valentim, a Vice-Reitora da UNEB a sobrinha Profª Adriana Marmori e o Engº. da CHESF Dr. Manoel Castro San Martin.
Na solenidade também foi destaque o 20º Aniversário da A.••. R.•.L.•.S.•. 12 de Outubro, Or.•. de São Sebastião do Passé, que por uma deferência especial do Emin.•. Grão-Mestre, fez sua comemoração na solenidade de abertura, e contou com um número expressivo de OObr.•. além do Ven.•. M.•. o Il.•. Ir.•. José Ferreira de Moura Junior e do Sec.•.  do GOEB, Ir.•. Antonio Luiz Alves.
No sábado (26) foram realizadas as reuniões plenárias na UNEB/GOEB, que culminou com a CARTA DE SALVADOR.
No sábado (26) à tarde as Presidentes participaram de um City Tour pela Boa Terra e no domingo (27) os Grão-Mestres, juntamente com suas esposas, também fizeram um City Tour pela bela Salvador.
A Bahia sentiu-se honrada com as presenças de tão honradas presenças.

sábado, 23 de junho de 2012

INICIAÇÃO EM CAMAMU

No último dia 06 de Junho, na A.•. R.•. L.•. S.•. Esperança e Progresso, Rito Brasileiro/GOEB, da Cidade de Camamu, na Costa do Dendê, no baixo sul da Bahia, foram iniciados dos novos IIr.•. Hilberto Emanoel F. da Costa e Jorge Velloso Viana. A iniciação foi presidida pelo Venerável Mestre daquela Loja Julio Iaquinto.

 Julio Iaquinto ladeado pelos novos iniciados Hilberto Emanoel F. da Costa e Jorge Velloso Viana.














 

MOMENTO HISTÓRICO - 40 ANOS DA LOJA VIGILÂNCIA E RESISTÊNCIA Nº 70

No dia 30 de dezembro de 1966, Sete Irmãos fundaram a Loja Maçônica Vigilância e Resistência n.º 70, do Oriente de Ilhéus jurisdicionada da Grande Loja Unida da Bahia, hoje, Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia (GLEB), em uma reunião no Templo provisório da Praça José Marcelino.
A data do aniversário de 40 anos foi no dia 30/12/2006, mas a comemoração foi antecipada para o dia 09/12/2006.
A Loja Vigilância e Resistência tinha na época da comemoração dos 40 anos Renato Moreno Viana como Vneerável Mestre
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Irmão Laedson Torres

 Ao centro Irmão Vinicius Misael Portela na época Venerável de Honra ladeado por sua esposa Estela, pelo Venerável Renato e por Laedson Torres

O então Venerável Mestre Renato Moreno Viana (hoje Venerável de Honra) assoprando a vela dos 40 anos

domingo, 10 de junho de 2012

GRANDE LOJA DA BAHIA 85 ANOS - GRANDE LOJA DA BAHIA – A Primeira do Brasil.

     Fundada, como Potência Simbólica Soberana, em 22.05.1927, por Francisco Borges de Barros (iniciado em 1917 – proclamado, aos 45 anos, Grão Mestre Provisório e depois eleito para o período 1928/1931) inspirado no desejo que tinha Mário Behring, do Supremo Conselho do Rito Escocês, no Rio de Janeiro, desde 1925/1926, de, a exemplo do que já acontecia em outros países, criar Grandes Lojas exclusivamente Simbólicas, pois à época as Lojas eram MISTAS, simbolismo e filosofismo, com dupla subordinação (Rio de Janeiro), o surgimento da então Grande Loja Simbólica da Bahia, DEPOIS Grande Loja Unida da Bahia (1954), ATUAL Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia (1997), foi conseqüência e ao mesmo tempo estopim para o inevitável e irreversível CISMA DE 1927, ocorrido no Grande Oriente do Brasil, quando muitas Lojas, negando obediência, passaram a integrar Grandes Lojas Simbólicas, movimento consolidado em 1929.   
     A expulsão de um obreiro em Salvador, em 1896, de que resultaram desentendimentos, melindres e ressentimentos que duraram anos, a insatisfação de um Delegado do Grão Mestre (Francisco) que, grau 18, não conseguia outros graus e entendia que era marcação de desafetos (“herdados” dos idos de 1896) com influencia e o desejo e persistência de Behring, com a idéia da criação, nos Estados, de Grandes Lojas, Simbólicas, descentralizadas, independentes, soberanas, foram água, cimento, cal e areia para erigir a primeira Grande Loja Simbólica do Brasil. Borges sabia do desejo de Behring e contatos seria questão de tempo. 
Era de tal monta a insatisfação de muitos irmãos, e Lojas, com o Poder Central, no Rio, que, segundo o irmão Celso Jaloto Ávila Junior, em seu excelente livro “A Maçonaria Baiana e Sua História” (P&A Gráfica e Editora/2000/Salvador), depois das pregações feitas por Barros na Capital e no Interior, se não fosse criada a nova e soberana Potencia Simbólica com a designação de Grande Loja, seria criado um Grande Oriente Simbólico Independente, mas a maioria optou por intitular como Grande Loja Simbólica a nova Potencia. Percebe-se que o mais importante não era a denominação: o objetivo principal era Simbolismo só e não mais ficarem subordinados (Lojas e obreiros) ao Rio de Janeiro.    
     Pelo que está aí em cima, consequentemente para se entender o porquê do CISMA (depois da outorga da Carta, por um dos Poderes, à Grande Loja da Bahia), convém notar, acerca da dupla subordinação quando as Lojas eram Mistas (está no livro – buscou auxílio em José Castelani), que à época, o Grande Oriente do Brasil, enquanto Grande Oriente como Potência SIMBÓLICA, foi fundado em 1822 e o Supremo Conselho para o Império do Brasil, do Rito Escocês Antigo e Aceito, surgiu em 1829 com a preocupação de administrar os Corpos FILOSÓFICOS desse Rito, daí emergindo as Lojas Capitulares. Assim, uma Loja que desejasse instituir um Capítulo deveria pedir ao Supremo Conselho e não ao Grande Oriente – “dupla subordinação que menos de 100 anos depois serviria como gatilho para Behring provocar a grande cisão de onde surgiriam as Soberanas Grandes Lojas em todo o País”. Segundo Jaloto, essa ambigüidade somente desapareceria em 1951. Em 1854 tinha ocorrido a fusão dessas duas Obediências. Lideranças, disputas, desejo, concessão de Carta, competência, pode, não pode, rompimento, daí... CISMA!

Por Jorge Wehbe Neme.
M.´.M.´., ARLS Areópago Itabunense, GLEB

sexta-feira, 8 de junho de 2012

PALAVRA DO GRÃO MESTRE: GLEB


A convocação 

   Família Maçônica Universal principalmente Glebiana, congratulo-me conforme o júbilo daquele Obreiro de Nossa Sublime Ordem que, provadamente primou não só por tornar-se, mas também manter-se e, cada vez mais, ampliar-se, como Maçom, o bastante, a ponto de merecer ter sido, como então, convocado ao mui-honroso cargo de Comandante-Mor desta Nau Formidável, intitulada Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia – GLEB.
     Em nossas precípuas palavras, à Nossa Família, como Líder Maior de nossa querida Gleb, saliento que a nossa experiência sugere, a razão não se recusa a aceitar e a Lei Natural prova que, o Ser Humano é um ser eminentemente benevolente, espiritualista, portanto evolucionista e, em face da sua necessidade de viver íntegro e integrado com este Universo do qual é parte integrante relevante, sempre que careceu de instrumentos que o habilite a compreender, cada vez mais e melhor, a Realidade de si mesmo, bem como a que o rodeia, Deus, O Grande Arquiteto do Universo, como Pai Verdadeiro que É, sempre criou, aperfeiçoou e lhe disponibilizou, tais instrumentos, através, principalmente da Maçonaria – entidade esta, formada por entes já inteligentes o bastante, que se unem, por virtuosismo, em prol não só de tornar a humanidade de um Orbe, feliz, mas também mantê-la e ampliá-la assim, para os desígnios da Grande Obra da Criação, da qual todos nós fazemos parte.
     Para tanto, ela, a Maçonaria, sempre que careceu de líderes inatos, para tal realização, convocou, dentre os seus Membros mais Dignos e Ilustres, um dos mais experientes e com disponibilidade e talento, para realizar tal empresa, segundo os princípios e fundamentos maçônicos exigidos pela excelência da época.
   Desta feita, e comemorando os 85 anos da existência de Nossa Potência, aqui em Salvador-BA, recaiu sobre nós, a honra e responsabilidade de realizar tal empreitada. Estamos cônscios de que temos deveres a cumprir, considerando principalmente as demandas desta época. Temos a clara percepção de que estamos diante de outra exigência capitular, assim como já estivemos no medievalismo, tempo qual, nele construímos, aperfeiçoamos e disponibilizamos, para a humanidade, a partir do Século das Luzes, um novo e atual instrumento: a Razão, a fim de que ela pudesse libertar-se do viver sob a égide dos dogmas dispensáveis, na medida em que compreendesse a Realidade, como um todo, por conseguinte, adquirindo o direito de viver feliz, dinâmica e equilibradamente.
Não obstante, é perceptível de que o citado instrumento, a Razão, dá mostras de que ele, além de carecer de auto-aperfeiçoamento, clama por instrumentos outros que o coadjuvem, pois a humanidade avança a passos, cada vez mais, largos, intensos e velozes, a ponto de poder ser percebida tal exigência. Assim, em nossa visão, dentre as missões a serem realizadas por nós, inclui-se, principalmente, na construção, aperfeiçoamento e disponibilização de instrumentos outros, tal como a Intuição, que nos possibilitem, se assim podemos dizer, ressignificar o Ser Humano, a partir de nossos Obreiros, em sua interioridade e individualidade, haja vista que atualmente o Trato Social nos dá mostras claras de que adentramos numa dimensão que, parece-nos sem fins e sem precedentes, em termos de desencontros, desconfortos e desalentos. O caos exterior é produto do nosso caos interior. O caos coletivo é o produto do nosso individual.
     Todavia, nada impossível de ser realizado, ainda que pareça muitíssimo difícil. Afinal, para nós, os Maçons devem estar claro de que o que é dito como possível, considere-se realizado; e o que é citado como impossível, tratemos de imediatamente realizá-lo. Até porque, o ser humano é maior, o ser humano pode mais, portanto, a Grande Loja é maior; a Grande Loja pode mais. Tenho dito.

Jair Tércio Cunha Costa
Grão Mestre