VR - Advocacia & Consultoria Jurídica

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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

CULTURA

Academia Maçônica de Letras Ciências e Artes
da Região Grapiúna – AMALCARG





Em 7 de agosto, conforme previsto, a Amalcarg reuniu-se em sua sede, situada no Palácio Maçônico Joseph Raffle Salume, pertencente à A\R\L\S\. Areópago Itabunense, tendo como principal objetivo a solenidade de posse de novos confrades.
Sob a Presidência do Acadêmico José Carlos Oliveira, 33º, a sessão teve início às 19h30min, com a presença dos seguintes confrades, todos Grau 33: Francisco Carlos Barros Boa Morte; Ivann Krebs Montenegro; José Alberice de Oliveira Andrade; José Augusto Carvalho; Luciano Lopes Pereira; Osvaldo Barbosa Chaves; Raimundo Cássio Gonçalves Lima; Renato Burity Oliveira e Washington Farias Cerqueira.
Foram empossados os seguintes novos confrades, todos os Grau 33: Derivaldo Martins Santos; Itatelino Oliveira Leite Júnior (Itajuípe); Edgard Morbeck Coelho, Paulo Roberto Alves Dantas, Helder Pereira Dantas (Itabuna); Geraldo Sampaio Silva e Luiz Roberto Albuquerque Maia (Ilhéus).
Após prestarem o juramento e receberem o pelerine, os novos confrades foram saudados, brilhantemente, pelo confrade Osvaldo Barbosa Chaves. Após a saudação os neófitos fizeram uso da palavra expressando seus agradecimentos e mostrando-se dispostos a compartilhar com os propósitos da Amalcarg .
Foi distribuído o seguinte tema para ser apresentado e discutido na próxima reunião dessa Egrégia Casa, a ser realizada em 02 de outubro: Reverência a símbolos alegorias dos templos Maçônicos constitui-se ou não idolatria?  Fundamentar a resposta

Em 02 de outubro também deverá ocorrer a posse de novos confrades, cujos nomes já foram aprovados.  

CIDADÃO ITABUNENSE

Ir\ José Carlos Oliveira recebe o título de Cidadão Itabunense



No último dia 27/07, na AABB de Itabuna, o M\ M\ e advogado José Carlos Oliveira foi agraciado com o título de Cidadão Itabunense, indicado pelo vereador Júnior Brandão, no Or\ de Itabuna, no Sul da Bahia.
Nascido em 9 de junho de 1941, na cidade de Almadina no Sul da Bahia, filho do casal Tertuliano Pereira de Oliveira (nascido em Ferradas) e Olímpia Maria do Nascimento Oliveira (nascida no Rio do Braço), formou-se em Ciências Jurídicas  na Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (UFBA), aposentou-se como Auditor Fiscal do Trabalho, atualmente mantém suas atividades profissionais como advogado  em Itabuna, cidade onde reside a quase quatro décadas e com escritório na Avenida Firmino Alves, 60, Edifício Módulo Center, Sala 1007, Centro, Itabuna.

Na Maçonaria exerce a função de Grande Inspetor Litúrgico da 3ª Região Litúrgica da Bahia para R\E\A\A\, é membro-fundador da A\R\L\S\Acácia Grapíuna, é também membro ativo da A\R\L\S\Areópago Itabunense, além de Membro-fundador e presidente da Academia Maçônica de Letras, Ciências e Artes da Região Grapiúna (AMALCARG), membro da Academia Grapiúna de Letras (AGRAL) e membro-fundador da Academia de Letras Jurídicas do Sul da Bahia (ALIJUSBA) e rotariano ativo.

sábado, 30 de agosto de 2014

EXALTAÇÃO

Loja Areópago Itabunense exalta M\M\






            Quarta-feira (27/08), no templo da A\R\L\S\ Areópago Itabunense, que tem como Venerável Mestre Paulo Roberto Alves Dantas, Or\ de Itabuna, ritualisticamente R\E\A\A\, jurisdicionada a Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia (GLEB), os IIr\- CComp\ Vercil Rodrigues, Ailton Andrade Pereira e Marco Franco foram exaltados a M\M\.
            A solenidade foi prestigiada por IIr\ das três Lojas Maçônicas de Itabuna: Areópago Itabunense (GLEB), Acácia Grapiúna (GLEB) e  A\R\L\S\ 28 de Julho (GOB/GOEB) e por Lojas de diversos Orr\ regional, a exemplos, da A\R\L\S\ Obreiros do Areópago, de Ibicaraí e A\R\L\S\ Mahachoan, de Camacã.
            Ao final da solenidade os IIR\ confraternizaram-se e também foi servido um lauto jantar.

            

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

INICIAÇÃO

Loja Areópago Itabunense inicia novos maçons





A A.·. R.·. L.·. S.·. Areópago Itabunense, do Or.·. de Itabuna, jurisdicionada a Grande Loja Maçônica de Itabuna/GLEB, e que tem como Venerável-mestre Paulo Roberto Alves Dantas, realizou Sessão solene de Iniciação no último dia 23/08, onde foram iniciados os profanos: Antônio Sérgio Zivieri;  Bruno Rodrigues Silva; Youssef Conrado Haun e Nilton Rogério Yamaçake.
Na solenidade foram homenageados os IIR.·. José Carlos Oliveira, André Fernando Wermann, Messias Pires Maciel Filho, Antônio Nogueira, de a cunhada Rejane Martins Brotas Bussolar, Eduardo Henrique de Moura, Luiz Carlos Correa, Jorge W. Neme  e José Jorge Jones Santana, com medalhas de Honra ao Mérito comemorativa ao Dia do Maçom Brasileiro. Além premiar Almir Borges Braitt e Álvaro Guimarães com medalhas de Honra ao Mérito por frequência 100%. Também foram premiados Arlindo Cardoso Sá, José Francisco dos Santos e Walter Alves da Silva, como maçons mais idosos frequentando a Loja.
Além disso, receberam medalhas de Ordem ao Mérito por suas ações a Ordem DeMolays João Paulo Cruz, Vitor e Gabriel. E por último foram homenageadas Larissa Alves Pereira, Laís Almeida Andrade e Lária Fonseca Batista, da Ordem das Filhas de Jó, entidade que congrega as filhas dos maçons das Lojas 28 de Julho, Acácia Grapíúna e Areópago Itabunense.

Ao final do da noite foi servido aos novos neófitos, familiares, irmandade maçônica e convidados um jantar.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

AÇÃO MAÇÔNICA

Loja Areópago Itabunense mobiliza campanha para doação de sangue
           



Dentro da programação em comemoração ao Dia do Maçom – 20 de agosto, a ARLS Areópago Itabunense, do Or de Itabuna organizou uma Campanha de Doação de Sangue.
Essa iniciativa que foi pensada primeiramente por Alfredo Dantas, 1º Vigilante da Loja Maçônica Areópago Itabunense. A campanha aconteceu dia 20/08, no Banco de Sangue da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, no Sul da Bahia.

A convocação do Venerável Mestre Paulo Dantas junto à irmandade maçônica da Areópago Itabunense  surtiu o efeito esperando, pois o número de doadores passou de uma centena.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Palavra do Grão Mestre



A comemoração anual do Dia do Maçom, na data de 20 de agosto, vem, ao longo dos tempos constituindo-se como aquela egrégora indispensável, a ponto de demonstrar-se como aquele marco que, inclusive, proporciona a todos nós, os Obreiros de nossa Sublime Instituição, a oportunidade de, sob sua égide, realizarmos as mais intensas reflexões, a fim de, cada vez melhor, compreender, tempo em que absorver, em nós mesmos, as benesses do que significa Ser Maçom, para o nosso bel viver.
Isto porque, dentre outras atividades, em nossos templos, aprendemos que devemos viver adquirindo, cada vez mais, sabedoria e força, mas sem esquecer de ter beleza em nossas ações. Aprendemos também que temos dever moral de viver em estado de eterno ressurgimento, semeando o bem, espalhando o amor e perpetuando a verdade. Aprendemos, ainda, que, o fato de sermos evolucionistas, nos induz ao dever de nos tornar idênticos com o Grande Arquiteto do Universo; coisa que se inicia na fase de humanos (fragmentados), depois pela fase de Indivíduos (Indivisos) e por fim pela fase de Divinos; fase esta que nos faz perpassar pela condição de Semi-Deus, como sugere a estátua de Hércules.
Assim, este Grão Mestrado, embasado no fato de que uma Potência Maçônica, para alcançar os seus objetivos precípuos, deve ser bem gerida, segundo é compreendida as suas três principais dimensões, a saber: a Institucional, a Ritualístico-Litúrgica e a Espiritual (vide tese deste autor: O Fortalecimento da Maçonaria Brasileira), elaborou o seu Programa de Administração, objetivando contemplar, de forma significativa, as citadas dimensões, tempo em que espera realizá-lo, para os devidos fins.
Portanto, em nossas palavras pela comemoração do nosso dia, nos dirigimos aos Maçons de nossa Família Glebiana, para fazê-los, senão lembrar, conhecer, o citado programa, qual abaixo descrevemos, tempo em que os parabenizamos por este dia memorável, em que as nossas reflexões podem e devem ser, tão intensas, quanto é a nossa compreensão do que significa Ser Maçom, em nós, por nós e em prol de todos e não só de um.

Os 12 trabalhos
do Grão Mestrado
2012 – 2015 – GLEB

Trabalho I
1 Título: Politizar
2 Objeto: Núcleo Maçônico de Cidadania
Núcleo de reflexões e busca de soluções das demandas sociais, econômicas e/ou políticas locais, principalmente nas dimensões da educação, saúde e infraestrutura (água, luz, esgoto, estradas, transporte, segurança, justiça social, internet etc).
Núcleo este que, composto de toda comunidade sócio-política local, sejam advindas dos poderes públicos e/ou privados, tais como as associações de bairros, associações comerciais, diretores de escolas, diretores de lojas, institutos beneficentes, sociedades espirituais, sociedades terapêuticas, sociedades acadêmicos etc. Comunidades estas que serão convidadas pela Loja a refletirem acerca de tais demandas, para os devidos fins.
3 Finalidade
Auxiliar as Oficinas a conscientizarem-se das demandas sociais locais, no meio do qual estão inseridas, bem como buscar ajudar a solucioná-las através dos órgãos competentes, priorizando o atendimento - segundo o que está estabelecido por lei - àquelas, afeitas à educação, saúde e infraestrutura, principalmente relacionadas à população em situação de vulnerabilidade ou injustiça social.
4 Justificativa
4.1 Necessário
Uma Jurisdicionada deve ser entendida como uma Sentinela Avançada na sociedade em que se encontra inserida. Ela deve estar cônscia de que no Universo nada vive isolado. Nele, tudo são relações; nele, tudo vive inextricavelmente relacionado; nele, tudo é sociedade; nele tudo é ajuda mútua.
A Loja deve estar também ciente de que o Ser Humano é um Ser, além de passional, político; enfim, um ser social. Ser este que deve viver no meio em que se insere ciente de que vivemos num mundo de causalidades. E neste, quem com ferro fere, com ferro será ferido; neste, toda causa tem um efeito idêntico correspondente; neste, toda ação provoca uma reação igual e em sentido contrário. Portanto, não deve ser difícil de ser discernido por nós o fato de que nós, o mundo e a humanidade somos um e o mesmo; e o fazemos como são e estão. Assim, cada um de nós deve fazer a sua parte para que o todo viva em harmonia, enfim, em equilíbrio dinâmico.
4.2 Legal
Estatuto da Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia; Preâmbulo; Dos Maçons, Item 5.
4. 3 Moral
O Universo é uma só residência; Deus, um só Pai; a Natureza, uma só mãe; a Humanidade, uma só família; e os Seres Humanos, uma só irmandade, que devem viver em sociedade fraternalmente em busca da liberdade, baseada na igualdade.
5 MÉTODO
Convite a toda sociedade política, seja relativa ao Poder Público, Privado, Eclesiástico, Militar e para reflexão acerca realidade local no que tange as demandas sociais afeitas aos sistemas: saúde, educação e infraestrutura;
Construir, através de equipes específicas, documento que expresse a observação de tais demandas e a busca de soluções plausíveis, bem como a demonstração efetiva da disposição dos signatários em ajudar a solucioná-las;
Registrar tal documento em Cartório de Títulos e Documentos da Região e protocolá-lo no órgão público respectivo, tempo em que acompanhe, de fato, tal expediente.
6 RECURSOS
6.1 Humanos
Obreiros das Lojas Maçônicas;
Gestores da GLEB;
Cidadão relativo ao público alvo direto de tal programa.
6.2 Financeiros
Disponíveis de acordo com planejamento orçamentário da GLEB.
Recursos levantados através de parcerias firmadas com entes e entidades afins com os projetos a serem desenvolvidos.
6.3 Técnicos
Políticas públicas sobre educação, saúde e infraestrutura;
Estatuto da GLEB;
Projeto do Núcleo Maçônico de Cidadania.
6.4 Materiais
•  De acordo com as ações a serem desenvolvidas.
7 FONTE
Estatuto da Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia; Preâmbulo; Dos Maçons, Item 5;
Planejamento Estratégico da GLEB;
Diretrizes Municiais, Estaduais e Federais sobre educação, saúde e infraestrutura;
Emendas Parlamentares etc.
8 DIMENSÃO
Institucional;
  Vide documento: "O Fortalecimento da Maçonaria Brasileira".



Trabalho II
1 Título: Integrar
2 Objeto: Pacto de Lojas Maçônicas
Núcleos integrados (oficiosos) de Jurisdicionadas de determinado Distrito Maçônico, com normas próprias, cuja liderança será exercida, em primeira instância, pelo Grão Mestre; em segunda instância, pelo Delegado Distrital – essas duas com o título de Presidente de Honra e Vice-Presidente de Honra –; e em terceira instância, pelo seu Presidente – e de responsabilidade moral – um dos Veneráveis Mestres, eleito pelas Filiadas integrantes de tal Pacto, segundo expediente democrático criado pelo mesmo.
3 Finalidade
Criar, instituir e manter, cada vez mais, intenso o sentido de integração maçônico-social, entre as Jurisdicionadas de uma mesma região; seja em suas dimensões institucional, ritualística/litúrgica e, sobretudo, espiritual, considerando, inclusive, as exigências das demandas da realidade local, principalmente relacionadas aos sistemas de educação, saúde e infraestrutura.
4 Justificativa
4.1 Necessário
Não é possível viver-se, senão em sociedade. E principalmente numa sociedade circunscrita, para demonstrar-se cada vez mais ciente de que se é o depositário de parte, inclusive, das liberdades individuais desta mesma sociedade, deve-se estar consciente de que toda Nova Ordem de vida mundial (social), antes de estabelecida, é geralmente precedida de movimentos sociais organizados que são, nada mais nada menos, o produto da insatisfação e inquietação de indivíduos auto-transformados o bastante, portanto melhores transformadores sociais, acerca das possíveis e/ou existentes contradições factuais da Ordem Estabelecida, da qual eles são partes integrantes e, saliente-se, relevantes.
4.2 Legal
Art 61, Inc. II, letra C, do Estatuto da Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia - GLEB.
4.3 Moral
A base de toda sociedade são as relações, principalmente humanas. Portanto, transformar a sociedade implica em transformar nossos valores e nossas relações, a partir de cada um de nós, em nossa individualidade.
Sim, as relações são textos para serem lidos, estudados e compreendidos, constantemente. Elas, as relações, são também aquele espelho único, através do qual podemos nos ver no que, de fato, até então temos sido; e só aí, ou seja, nas relações, é que podemos nos autorrevelar, portanto só aí podemos nos dar atenção, a ponto de nos compreendermos, para os devidos fins, pois não se avança sem compreensão; e não se compreende sem dar atenção plena; sem vigiar, a partir de si mesmo.
Todavia, todos nós nascemos capazes, mas somente enquanto pouco inteligentes não somos hábeis em compreender. Assim, além de construir, vivemos fugindo de nossos problemas. E enquanto assim não desenvolvemos novas formas de agir, em nossas relações. Isto porque, ser inteligente significa, inclusive, ter não só a capacidade, mas também a habilidade de descobrir e absorver, em si mesmo, o valor significativo real das relações.
Eis que a função de uma Oficina não é outra, senão criar Entes Humanos integrados, criativos, inovadores, enfim, cada vez mais, inteligentes, pois temos dever moral de viver, tão vigilantes, tão perceptivos, tão atentos que consigamos viver, conscientes, em relação à vida, em todos os seus níveis, momento a momento do seu dia-a-dia de relações, em nós; por nós e a partir de nós mesmos.
5 MÉTODO
Definir Regimento Padrão para nortear a construção dos Núcleos;
Relacionar as Lojas por distrito/área/região;
Promover encontros entre os Veneráveis e obreiros para definir diretoria e membros dos núcleos de atividades;
Definir cronograma de reuniões dos grupos de trabalho;
Definir projetos a serem desenvolvidos;
•  Definir plano de execução e acompanhamento de ações estratégicas.
6 RECURSOS
6.1 Humanos
•  Obreiros das Lojas Maçônicas, organizados por Distritos Maçônicos;
•  Gestores da GLEB.
6.2 Financeiros
•  Disponíveis de acordo com planejamento orçamentário da GLEB;
•  Recursos levantados através de parcerias firmadas com entes e entidades afins com os projetos a serem desenvolvidos.
6.3 Técnicos
•  Estatuto da GLEB;
•  Ritualísticas utilizadas pelas Lojas Jurisdicionadas;
•  Plano diretor de cada região onde será implantado o núcleo;
•  Projeto “Pacto de Lojas Maçônicas”.
6.4 Materiais
•  De acordo com as ações a serem desenvolvidas.
7 FONTE
•  Art 61, Inc. II, letra C, do Estatuto da Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia - GLEB.
•  Planejamento Estratégico da GLEB;
•  Diretrizes Municiais, Estaduais e Federais sobre educação, saúde e infraestrutura;
•  Emendas Parlamentares etc.
8 DIMENSÃO
Institucional;
  Vide documento: "O Fortalecimento da Maçonaria Brasileira".

Trabalho III
1 Título: Escolarizar
2 Objeto: Escola de Veneráveis
Instituição Maçônica Acadêmica de ensino e formação presencial, e/ou à distância, principalmente da Cultura Maçônica, e afins, que equivalham, seja nas áreas do conhecimento religioso, filosófico e/ou científico; bem como em suas dimensões institucional, ritualística/litúrgica e, sobretudo, espiritual.
3 Finalidade
Qualificar especificamente, o Obreiro Maçom, principalmente aquele interessado em aprofundar-se, mais celeremente, no que respeita o processo da sua Formação Maçônica, como um todo, para os devidos fins, considerando o desiderato da evolução.
4 Justificativa
4.1 Necessidade
Educar maçonicamente é trabalhar no processo evolutivo do gênero humano, auxiliando-o quanto ao encontrar-se naquele Estado de Ser que favoreça o contato direto com a Verdade Interior, com a Verdade que Liberta e do seu tempo; mantendo-o, e/ou tornando-o, um Ser Integral, enfim, um Ser Real, um Ser Genuinamente Moral.
Educar significa, também, tornar o Ser Humano pragmático quanto ao fato de que no Universo tudo são Leis Naturais que o regem. Portanto, fazê-lo exercer o papel daquele Ser Humano que não mais toma a verdadeira justiça com as leis de seu mundo; enfim, torna-se um Ser Humano que não mais reage, senão concomitantemente, de forma paciente, persistente e inteligente o bastante, porquanto sabe que a única justiça que não é cega é a justiça de Deus, o Grande Arquiteto do Universo, qual suas Leis denunciam.
Educar é, inclusive, a orientação para que o Ser Humano possa absorver, em si mesmo, a verdade que reside no fato do autoconhecimento, ou seja, quando do grande encontro do Ser Humano consigo mesmo, para os devidos fins.
4.2 Legal
Art  52, Parágrafo Único, Inc. I; Art 142, Inc XI; e Art 303, Inc II do Código Maçônico.
4.3 Moral
Em seu inevitável processo evolutivo o Ser Humano, enquanto não se educa é educado. Isto porque, no Universo nada vive isolado; e tudo vive inextrincavelmente em relações. Assim, os educados e os não-educados vivem em relações. Os não-educados ajudam aos educados a tornarem-se, cada vez mais, educados; e os educados ajudam aos não-educados a tornarem-se cada vez menos não-educados.
Para tanto, inteligência em grau significativo o bastante; pois ela, inteligência, favorece-nos quanto ao processo de ensino-aprendizado-sentimento que, embora perene não é imutável. O aprendizado e o sentimento se complementam; o aprendizado é conhecimento público e o sentimento é conhecimento privado.
A educação verdadeira é aquela que prima pelo método de ensino que facilita o aprendizado e sentimento, principalmente do educando; é aquela que prima pelos que estão prontos para aprender, mas não desejam, não necessitam e não exigem facilidades, tampouco dependem de ser ensinados, mas de ser bem orientados, instruídos e conduzidos.
5 MÉTODO
•  Elaborar ementário específico acerca da gestão de um Venerável (perfil, qualificação mínima, relação de documentos necessários para uma boa gestão, estrutura organizacional, ritualísticas, relacionamento com a GLEB e demais lojas, dentre outros), visando uniformizar procedimentos entre todas as Lojas, para consolidação da identidade da cultura organizacional promovida pela atual gestão da GLEB;
•  Criar, instituir e manter, segundo legislação do Ministério da Educação e Cultura – MEC, curso stricto sensu de Liderança e Empreendedorismo inclusive para profanos, bem como o curso de Veneráveis.
•  Definir projetos a serem desenvolvidos;
•  Definir plano de execução e acompanhamento de ações estratégicas.
6 RECURSOS
6.1 Humanos
•   Obreiros Maçons mais experientes, Ex-veneráveis;
•   Profissionais qualificados, titulados e com experiência comprovada nas temáticas a serem abordadas nas Escolas de Veneráveis;
•   Gestores da GLEB.
6.2 Financeiros
•  Disponíveis de acordo com planejamento orçamentário da GLEB;
•  Recursos levantados através de parcerias firmadas com entes e entidades afins com os projetos a serem desenvolvidos;
•  Disponíveis de acordo com arrecadação de matrícula por parte do alunado.
6.3 Técnicos
•  Estatuto da GLEB;
•  Projeto da Escola de Veneráveis;
•  Diretrizes Curriculares Nacionais - MEC.
6.4 Materiais
•  De acordo com as ações a serem desenvolvidas.
7 FONTE
Art  52, Parágrafo Único, Inc. I; Art 142, Inc XI; e Art 303, Inc II do Código Maçônico.
Planejamento Estratégico da GLEB.
8 DIMENSÃO
Institucional / Ritualísitca-Litúrgica / Espiritual;
  Vide documento: "O Fortalecimento da Maçonaria Brasileira".

Trabalho IV
1 Título: Beneficiar
2 Objeto: Instituto de Beneficência
Conscientizar as Jurisdicionadas quanto à necessidade da criação, implantação e manutenção de uma Instituição do Terceiro Setor (Ala Feminina, Clube da Fraternidade, Sociedade Feminina etc), sem fins lucrativos, beneficente, educativa, cultural, de lazer, e/ou algo que equivalha.
3 Finalidade
Promover ações sociais/maçônicas educativas de sensibilização, capacitação, reflexão, e/ou algo que equivalha, em face do papel de uma Loja Maçônica na sociedade em que se insere, enfatizando, principalmente, a necessidade de ela, Jurisdicionada, demonstrar-se, cada vez mais, conscientizada acerca das demandas sociais a que ela, assim como a população local, estão sujeitas.
4 Justificativa
4.1 Necessário
Ser humano significa ser benevolente; somos tendenciosos ao Bem; fomos projetados para fazer o Bem; até porque, o mal não existe como causa no Universo. Nele, Universo, nada vive isolado; tudo são relações; tudo é sociedade; tudo é ajuda mútua. Bom que se rediga. Portanto, é o que damos à sociedade que ela nos devolve; o que investimos em nosso viver é exatamente o que ele nos devolve. Daí a importância de nos tornarmos, cada vez mais, inteligentes o bastante, sob pena de descobrirmos que não o somos, mas da forma mais dispensável que possa existir no processo de nossa evolução.
4.2 Legal
Art. 1 do Estatuto; Art 142, Inc. VII e Art 304 do Código, da Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia.
4.3 Moral
A esperança, caridade e fé são Virtudes Teologais que devem ser buscadas pelo gênero humano, de forma insuspeitável. Todavia, ele precisa estar convicto, a partir de si mesmo, que a paciência é a ciência da esperança; a beneficência é a ciência da caridade; e a compreensão é a ciência da fé. Virtudes estas daqueles seres humanos que já perceberam que, conscientes ou não, todos nós vivemos caminhando da obscuridade para a Iluminação, do profano para o sagrado, enfim, para a libertação. Afinal, somos evolucionistas. Caminho este que vai mais rápido; para frente e para o mais distante de nós, portanto, para dentro e o mais profundo de nós mesmos.
Para tanto, enquanto não nos autoconvocamos, de forma clara, definitiva e segura, devemos aproveitar, inclusive, quando inevitavelmente somos convocados pelas pressões, provocações e/ou tentações do nosso dia-a-dia de relações, para realizar tal expediente, a partir de nós mesmos, em nossa individualidade.
É observável o fato de que, quanto mais interiorizados mais os nossos gestos são beneficentes. O que fazemos por nós não é, senão para beneficiar a todos nós. Portanto, o maior beneficiado é aquele que assim o faz, contudo, levando em conta o que é estabelecido pela Lei, pois só assim pode-se dizer praticando o Bem Verdadeiro.
É provadamente verdadeira a teoria de que toda beneficência praticada fora da Lei, se persistente, mantém ou torna o beneficiário, cada vez mais, servil, mendigo ou pedinte, bem como o beneficiado, cada vez mais, irresponsável, omisso ou preguiçoso. Enfim, todo beneficiado pela caridade fora da Lei é inclinado a manter-se ou tornar-se indiferente ao trabalho. Como se isso fosse possível. Isto porque, a maior beneficência que o ser humano pode fazer ao outro é sacudir-lhe a poeira dos falsos costumes e encaminhá-lo à luz, na luz e pela luz, pois só esta ilumina o nosso ser; esclarece a nossa razão; e ilumina os nossos caminhos a fim de que possamos caminhar sem pressas, tropeços e/ou quedas ao trono de nossa própria interioridade.
5 MÉTODO
Elaborar documento norteador/instrutor acerca das modalidades de instituições sem fins lucrativos;
Criar, a partir da Fraternidade Feminina de todas as Lojas da GLEB, seu instituto de Beneficência;
Incluir na pauta do ENAF/CONGLEB palestras, capacitações e plano diretor acerca das instituições em fins lucrativos;
Definir projetos a serem desenvolvidos;
Construir Núcleo Consultivo para, caso necessário, definir plano de execução e acompanhamento de ações estratégicas, tanto individuais quanto coletivas.
6 RECURSOS
6.1 Humanos
•  Obreiros das Lojas Maçônicas;
•  Membros das Fraternidades Femininas da GLEB e das Lojas Maçônicas;
•  Gestores da GLEB e das Jurisdicionadas.
6.2 Financeiros
•  Disponíveis de acordo com planejamento orçamentário da GLEB;
•  Recursos levantados através de parcerias firmadas com entes e entidades afins com os projetos a serem desenvolvidos.
6.3 Técnicos
•  Estatuto da GLEB;
•  Estatuto das Alas Femininas;
•  Publicações acerca do Terceiro Setor, bem como de instituições sem fins lucrativos;
•  Diretrizes Municipais, Estaduais e Federais acerca das instituições em fins lucrativos.
6.4 Materiais
•  De acordo com as ações a serem desenvolvidas.
7 FONTE
•  Art. 1 do Estatuto; Art 142, Inc. VII e Art 304 do Código, da Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia.
•  Estatuto das Alas Femininas;
•  Planejamento Estratégico da GLEB.
8 DIMENSÃO
Institucional;
  Vide documento: "O Fortalecimento da Maçonaria Brasileira".

Trabalho V
1 Título: Direcionar
2 Objeto: Plano Diretor
Compêndio de Orientações Maçônicas, com recomendações de expedientes específicos, conhecidos, possíveis e/ou disponíveis, diretamente relacionados aos desígnios de uma Jurisdicionada na sociedade em que está inserida, que expresse sempre o Fortalecimento da Maçonaria Universal.
3 Finalidade
Orientar, instruir e/ou conduzir uma Loja Maçônica no todo que ela pode e/ou deve elaborar, projetar e construir para realizar seu desiderato, tanto esotérica, quanto exotericamente, na sociedade onde ela se encontra inserida, como um todo.
4 Justificativa
4.1 Necessário
O Ser Humano imita o Universo; ele vive organizando o todo ao seu redor segundo associa partes interdependes e subordinadas, cuja relação e propriedades são determinadas por sua função no todo.
Para ele, Ser Humano, quando deveras inteligente, desafio algum deve ser enfrentado pelas tendências da moda em nossa conduta, tanto no presente, quanto no planejamento do futuro. Um deles, desafios, está afeito ao alcance e manutenção, por exemplo, do sucesso das partes, (Jurisdicionadas), de um Todo (GLEB), em que se encontram inseridas. Porquanto, ele, o desafio, exige ações, tanto individuais, quanto sociais, efetivamente racionais, no processo de planejamento, gerenciamento, bem como no de produção e controle, enfim, de ações organizadas específicas do espaço de tal meio.
4.2 Legal
Landmarks e Estatuto, Código, Código de Ética e Código de Disciplina e Ética Eleitoral, maçônicos.
4.3 Moral
Toda parte de um organismo vivo existe e funciona em razão do Todo. Portanto, o Todo é mais do que o conjunto das partes que nele se fundem. Todavia, o Todo sem a parte não é Todo; e a parte sem o Todo não é parte, embora o somatório das partes não ultrapasse o Todo. O Todo, em parte, demonstra, no todo, as partes que é e tem; e o Ser Humano que, em si mesmo, as partes do Todo reconhece, ao agir, demonstra no Todo as partes do Todo que é e tem.
5 MÉTODO
Definir grupos de trabalho;
Definir cronograma de reuniões dos grupos de trabalho;
Elaborar Plano Diretor para ser amplamente divulgado entre as Lojas Maçônicas filiadas à GLEB;
Definir plano de execução e acompanhamento de ações estratégicas.
6 RECURSOS
6.1 Humanos
•  Gestores da GLEB;
•  Comissão constituída por Mestres Maçons e/ou Veneráveis.
6.2 Financeiros
•  Disponíveis de acordo com planejamento orçamentário da GLEB.
6.3 Técnicos
•  Estatuto da GLEB;
•  Landmarks
•  Código Maçônico;
•  Código de Ética Maçônico;
•  Código de Disciplina e Ética Eleitoral Maçônico.
6.4 Materiais
•  De acordo com as ações a serem desenvolvidas.
7 FONTE
•  Planejamento Estratégico da GLEB;
•  Landmarks e Estatuto, Código, Código de Ética e Código de Disciplina e Ética Eleitoral, maçônicos.
8 DIMENSÃO
Institucional;
  Vide documento: "O Fortalecimento da Maçonaria Brasileira".

Trabalho VI
1 Título: Maçonizar
2 Objeto: Lojas Maçônicas x Municípios Baianos
Fundação, Instalação e Manutenção de Lojas Maçônicas em todo o Território Baiano, principalmente, nos municípios/localidades com população igual ou maior a 15 mil habitantes.
3 Finalidade
Espargir o máximo possível o Poder da Sinergia da Doutrina Maçônica no Estado da Bahia, como um todo, a partir dos municípios com mais de 15 mil habitantes, principalmente no que respeita o processo do Virtuosismo, entre os habitantes de tais localidades, para fins de felicidade.
4 Justificativa
4.1 Necessário
No mundo de causalidade tudo é relativo, porque nada é composto de um só elemento indivisível. Neste mundo nada vive isolado; tudo é sociedade; tudo são relações; tudo é ajuda mútua. Bom que seja redito. Portanto, viver são ações nas relações, que devem favorecer ao gênero humano iniciar-se na senda, principalmente, da Virtuosidade, pois ele, o ser humano, nasceu para ser feliz, todavia, não há felicidade sem Virtude.
Assim, toda ação do gênero humano deve ter virtude em grau, cada vez mais, significativo, a ponto de ser sinergizante no meio qual se demonstra.
4.2 Legal
Art. 1º, Parágrafo Segundo do Código Maçônico; Art. 52 e 59 do Estatuto da GLEB; Art. 209, Parágrafo Terceiro; Art. 306 e 309, Parágrafo Único do Código Maçônico.
4.3 Moral
O fato de sermos partes de um Todo demonstra que carecemos de integração, pois, ainda que, como partes, somos uma Totalidade. É a percepção, em nossas relações, de todas as partes que nos compõem que nos favorece compreender a nós mesmos como um Todo; e é isso, ou seja, a compreensão, que extingue nossos medos, culpas e apegos. Sem isso, o orgulho tende a nos tornar ainda mais arrogantes e perdemos a capacidade de nos tornar cônscios de nós mesmos, por conseguinte a capacidade de compreensão.
5 MÉTODO
•  Fazer levantamento dos municípios/localidades que, segundo as condições sociopolíticas, possam sustentar uma Loja Maçônica, mas que ainda não possuam Loja Maçônica;
•  Definir grupos de trabalho;
•  Definir cronograma de reuniões dos grupos de trabalho;
•  Definir plano de execução e acompanhamento de ações estratégicas;
•  Fazer contato com lideranças destes municípios e circunvizinhos para promover articulação em prol da implantação de Loja Maçônica na localidade;
•  Fazer visitas periódicas e sistemáticas nestes municípios para orientações específicas, visando promover celeridade ao processo de implantação das Lojas Maçônicas.
6 RECURSOS
6.1 Humanos
•  Gestores da GLEB;
•  Comissão constituída pela GLEB para promover a implantação das Lojas Maçônicas.
6.2 Financeiros
•  Disponíveis de acordo com planejamento orçamentário da GLEB.
6.3 Técnicos
•  Estatuto da GLEB;
•  Landmarks;
•  Código Maçônico;
•  Código de Ética Maçônico;
•  Código de Disciplina e Ética Eleitoral Maçônico.
6.4 Materiais
•   De acordo com as ações a serem desenvolvidas.
•   Recursos levantados através de parcerias firmadas com entes e entidades afins coma Doutrina Maçônica.
7 FONTE
•   Planejamento Estratégico da GLEB;
•   Art. 1º, Parágrafo Segundo do Código Maçônico; Art. 52 e 59 do Estatuto da GLEB; Art. 209, Parágrafo Terceiro; Art. 306 e 309, Parágrafo Único do Código Maçônico.
8 DIMENSÃO
Institucional;
  Vide documento: "O Fortalecimento da Maçonaria Brasileira".

Trabalho VII
1 Título: Internacionalizar
2 Objeto: Ampliação de Reconhecimento de Potências Maçônicas, principalmente internacionais
Núcleo de Programação e Controle da manutenção e intensificação do processo de Reconhecimento Interpotências, principalmente internacional, por parte de nossa Grande Loja.
3 Finalidade
Ampliar, cada vez mais e intensamente, o nosso Relacionamento Maçônico-Familiar, principalmente internacional, considerando as demandas, exigências e oportunidades do Mundo Globalizado, por conseguinte, ampliando nossa visão de mundo, principalmente maçônico, para os devidos fins.
4 Justificativa
4.1 Necessário
O Ser Humano tem o dever moral de sentir, pensar e agir, de maneira que isso implique numa Legislação Universal, que se identifique, por exemplo, com a Imutabilidade, ou seja, com a Moralidade do Universo, cuja conduta dos corpos celestes denuncia, portanto com as Leis Universais. Isto porque, no Universo tudo são Leis. Todavia, ele, o Ser Humano, é um cidadão Universal com residência planetária, sito num sistema solar, mas, enquanto sua residência tem fronteiras, então ele sequer pode se considerar um cidadão planetário.

4.2 Legal
Estatuto, Preâmbulo, Da Maçonaria, Item 3; Da Maçonaria, Fundação, Denominação, Sede, Fins e Duração Art. 1º, Parágrafo Segundo, Inc. II.
4.3 Moral
A vida humana gira, principalmente, em torno de três pilares: Deus, a família e o Ser Humano. É observável e verificável que o Ser Humano, a família e a sociedade são representações da Ordem Cósmica; da Ordem Universal. No caso dele, o Ser Humano, pode ser entendido que o mesmo é uma das partes integrantes do Universo, distinta, mas não distante. Quanto mais ele se conscientiza disto, maior é a sua integração individual, social e universal; e quem segue o padrão Universal, melhor vive, pois bem responde a todo desafio que se lhe apresenta, pois o faz, de maneira idêntica.
O Ente Humano vive e convive em família; e é verdade que todo Ser Humano de família é confiável. A família é a Célula Mãe da sociedade, todavia, ela, a família, substitui a sociedade, mas a sociedade não substitui a família. Quem é de família grande, por exemplo, não fica com fome, nem sofre ou come sozinho. Por isso a família deve ser plenamente cultivada, principalmente a global, principalmente se reconhecermos que cada um de nós é parte fundamental da humanidade e pertencente à família humana, independente de religião, raça, classe social, cultura, cor e/ou ideologias. Ora, é a família que sempre está presente principalmente nos momentos mais difíceis da vida de cada um de nós.
5 MÉTODO
•  Instituir Comissão de Relacionamento Internacional, liderada pelo Grande Secretário de Relações Exteriores, para potencializar contatos com as diversas Instituições Maçônicas Internacionais (fazer levantamento de eventos internacionais, principais notícias, atualidades etc);
•  Instituir canais de relacionamento, direto e/ou indireto, entre a GLEB e demais Instituições Maçônicas Internacionais que se tratem como Potências Regulares e de mútuo reconhecimento (redes sociais, site, blogs, maillyst etc);
•  Criar Fórum Virtual das Instituições Maçônicas Internacionais;
•  Fortalecer a GLEB, no sentido de sediar eventos internacionais, nas diversas áreas do conhecimento (eventos maçônicos, acadêmicos, científicos etc) relativo assunto;
•  Definir cronograma de reuniões dos grupos de trabalho;
•  Definir projetos a serem desenvolvidos;
•  Definir plano de execução e acompanhamento de ações estratégicas.
6 RECURSOS
6.1 Humanos
•   Obreiros das Lojas Maçônicas;
•   Grande Secretário de Relações Exteriores;
•   Gestores da GLEB.
6.2 Financeiros
•   Disponíveis de acordo com planejamento orçamentário da GLEB.
•   Recursos levantados através de parcerias firmadas com entes e entidades afins com os projetos a serem desenvolvidos.
6.3 Técnicos
•   Estatuto da GLEB;
•   Projeto de Ampliação de Reconhecimento de Potências Maçônicas.
6.4 Materiais
•   De acordo com as ações a serem desenvolvidas.
7 FONTE
•   Estatuto, Preâmbulo, Da Maçonaria, Item 3; Da Maçonaria, Fundação, Denominação, Sede, Fins e Duração Art. 1º, Parágrafo Segundo, Inc. II;
•   Planejamento Estratégico da GLEB.
8 DIMENSÃO
Institucional;
  Vide documento: "O Fortalecimento da Maçonaria Brasileira".

Trabalho VIII
1 Título: Espiritualizar
2 Objeto: Incentivo à Cultura Espiritual
Criar, instituir e manter o Estudo Dialético da Cultura Espiritual, afim com a Doutrina Maçônica, nas Sessões Ordinárias das Jurisdicionadas, durante “O Quarto de Hora para estudos” ainda que em caráter facultativo. De forma que, sejam contemplados todos os assuntos contidos nas instruções dos graus simbólicos, tempo em que se saiba bem relacioná-las com a Ritualística e Liturgia de cada Grau e o seu fim.
3 Finalidade
Favorecer quanto ao aprofundamento do pensamento dos Obreiros da Jurisdicionada no que tange à necessidade destes – como seres inteligentes que sentem, pensam e agem, concomitantemente – ultrapassarem as barreiras do pensamento para alcançarem as dimensões do sentimento, e além; enfim, sua interioridade mais íntima e mais profunda, enfim, sua Dimensão Sagrada, como um todo. Isto porque, a dimensão física e psíquica não são as únicas do ser humano.
4 Justificativa
4.1 Necessário
O Ente Humano é como uma casa com seus diversos aposentos; é como o Universo com suas diversas dimensões. Aposentos, ou dimensões, estes cada um com seu valor e sua finalidade, portanto que devem ser visitados pelo Ente Humano cotidianamente, para os devidos fins.
O instinto, o intelecto e a inteligência são instrumentos relevantes para o nosso viver; cada um com sua função específica; até porque, somos compostos de dimensões diversas, tais como: o corpo físico, ou a matéria; a psique, ou alma, bem como o espírito, ou energia; enfim, o consciente, o inconsciente e o superconsciente, que carecem de ser visitados, conhecidos e compreendidos, para os devidos fins.
O Ser Humano foi projetado para sentir, pensar e agir, concomitantemente; e um dos seus grandes desafios reside na sua busca de equacionar o problema do espaço, tempo e movimento; sendo que, no Ser Humano, o espaço está diretamente relacionado com o sentimento; o tempo, com o pensamento; e o movimento, com o agir.
4.2 Legal
Landmarks, Números: 19, 20, 21 e 24; Preâmbulo do Estatuto da GLEB, Da Maçonaria, Itens 1, 2 e 5.
4.3 Moral
O Ser Humano é um ser que sente, pensa e age, concomitantemente, numa só ação de integração. Pode-se conhecer seu sentimento por sua sabedoria; seu pensamento, por sua força; e seu agir, pela beleza de suas ações.
Ser este que, para os devidos fins, vive evoluindo, vive transformando. Ela, a transformação é processo essencial de todo Ser. No que respeita a transformação consciente, não é possível transformar o que não se compreende; e não se pode compreender, senão dando atenção não só ao que faz e pensa, mas também ao que sente.
Este ser inteligente foi projetado para realizar os desígnios do Principio Criador, a partir de si mesmo. Daí porque, dentre outros instrumentos, os rituais despertam-lhe os sentimentos; fortalece os pensamentos; e forjam as ações. E é assim que os rituais dão estrutura à Sociedade.
E é na medida em que evolui, ele percebe que o que pensa ou sente ser não é, em verdade, o que É; ao perceber isso, ele então se esforça para autorrealizar naquilo que É. Para tanto, inteligência em grau significativo, pois somente ela penetra tão profundamente em nosso ser, a ponto de se deparar com a verdade que nos é interior, enfim, a verdade que liberta e reconhecê-la, para os devidos fins.
5 MÉTODO
•  Elaborar documento instrutor/norteador acerca da instituição do Estudo Dialético da Cultura Espiritual durante o “Quarto de Hora para Estudo”;
•  Conscientizar, e/ou algo que equivalha, todas as Oficinas acerca da relação de todos os Livros Sagrados possíveis de serem utilizados no Estudo Dialético da Cultura Espiritual;
•  Conscientizar as Oficinas acerca da necessidade de serem contempladas todas as formas descritas nas Instruções dos Graus Simbólicos, em glossário específico, para ser utilizado pelas Oficinas em tal estudo;
•  Criar Fórum Virtual de Estudo Dialético da Cultura Espiritual;
•  Instituir Comissão para definir principais temas e programação da GLEB do Estudo Dialético da Cultura Espiritual para socialização com as Jurisdicionadas;
•  Definir cronograma de reuniões dos grupos de trabalho;
•  Definir plano de execução e acompanhamento de ações estratégicas.
6 RECURSOS
6.1 Humanos
•  Obreiros das Lojas Maçônicas;
•  Comissão de Estudos Dialéticos da Cultura Espiritual;
•  Gestores da GLEB.
6.2 Financeiros
•  Disponíveis de acordo com planejamento orçamentário da GLEB.
6.3 Técnicos
•  Estatuto da GLEB;
•  Projeto Incentivo à Cultura Espiritual.
6.4 Materiais
•  De acordo com as ações a serem desenvolvidas.
7 FONTE
•  Landmarks, Números: 19, 20, 21 e 24; Preâmbulo do Estatuto da GLEB, Da Maçonaria, Itens 1, 2 e 5.
•  Planejamento Estratégico da GLEB.
8 DIMENSÃO
Institucional / Espiritual
  Vide documento: "O Fortalecimento da Maçonaria Brasileira".

Trabalho IX
1 Título: Sinergizar
2 Objeto: Iniciação de 1% da população baiana na Senda Maçônica
Programa de conscientização da Família Maçônica, como um todo, no que respeita a necessidade de ser espargida a Senda do Virtuosismo, a Senda do Virtuosismo, enfim, a Senda da Felicidade, entre os habitantes de um município/localidade, com fins da sinergização do mesmo, para os devidos fins.
3 Finalidade
Perseguir o desafio de tornar 1% da população local, como iniciada na Senda Maçônica em todos os municípios/localidades onde exista uma Jurisdicionada.
4 Justificativa
4.1 Necessário
No Universo, tudo são Leis. Elas partem do Centro Absoluto de onde partem todas as ações, Deus, A Vida das Leis Universais. Dentro delas, tudo é bem; porém, fora das mesmas, nada é claro, definitivo ou seguro. Portanto, para que o Ser Humano possa viver feliz, dinâmico e equilibrado, enfim, integrado com este Universo do qual é parte integrante, lhe é essencialmente necessário, bem como racionalmente justificável, o conhecimento, sentimento e uso daquilo que é estabelecido pelas Leis Universais, como um eterno e sempre novo padrão de ação no seu dia-a-dia de relações.
4.2 Legal
Preâmbulo do Estatuto da GLEB, dos Maçons, Item 1 e 4.  
4.3 Moral
O Universo é uma só residência; Deus, um só Pai; a Natureza, uma só mãe; a Humanidade, uma só família; e os Seres Humanos, uma só irmandade. Enfim, nós, o mundo e a humanidade somos um e o mesmo e os fazemos como são e estão.
Eis a importância da doutrina da Lei, porquanto somente Ela nos traz toda Boa Nova. Daí a importância de sermos cada vez mais sábios, fortes e belos para com Ela, a Lei. Contudo, toda Boa Nova, ou melhor, toda Nova Ordem de vida mundial, antes de estabelecida, é geralmente precedida de movimentos sociais organizados que são nada mais senão o produto da insatisfação e inquietação de indivíduos auto-transformados acerca das contradições factuais da Ordem Estabelecida, da qual eles são partes integrantes e, deve-se salientar, relevantes.
5 MÉTODO
•  Fazer levantamento do número de habitantes por localidade/municípios baianos;
•  Identificar localidades/municípios que não possuem Loja Maçônica, bem como os que possuem menos de 1% da sua população iniciada na maçonaria;
•  Fazer contato com lideranças destes municípios e circunvizinhos para promover articulação em prol da implantação de Loja Maçônica na localidade, bem como iniciação de novos membros;
•  Fazer contato com os Veneráveis das Lojas cujos municípios possuem menos de 1% da sua população iniciada na maçonaria para definir estratégias e instituir comissão de trabalho para iniciação de novos membros;
•  Promover palestras de sensibilização acerca da Maçonaria nas principais escolas, associações e entidades de classes desses municípios, a fim de atrair novos membros;
•  Fazer visitas periódicas e sistemáticas através das lideranças destes municípios para orientações específicas, visando promover celeridade ao processo de implantação das Lojas Maçônicas e iniciação de novos membros;
•  Definir grupos de trabalho;
•  Definir cronograma de reuniões dos grupos de trabalho;
•  Definir plano de execução e acompanhamento de ações estratégicas.
6 RECURSOS
6.1 Humanos
•   Veneráveis e obreiros das Lojas Maçônicas Jurisdicionadas;
•   Gestores da GLEB.
6.2 Financeiros
•   Disponíveis de acordo com planejamento orçamentário da GLEB.
6.3 Técnicos
•   Estatuto da GLEB;
•   Projeto Iniciação de 1% da População na Senda Maçônica.
6.4 Materiais
•   De acordo com as ações a serem desenvolvidas.
7 FONTE
•   Preâmbulo do Estatuto da GLEB, dos Maçons, Item 1 e 4.  
•   Planejamento Estratégico da GLEB.
8 DIMENSÃO
Institucional
  Vide documento: "O Fortalecimento da Maçonaria Brasileira".

Trabalho X
1 Título: Revitalizar
2 Objeto: Captação de Recursos
Programa de conscientização da Loja Maçônica acerca do seu papel no meio em que está inserida, principalmente no que se refere à necessidade de captação de recursos indispensáveis para o todo de suas realizações.
3 Finalidade
Socializar com todas as jurisdicionadas, necessitada e/ou desejosa, capacidade, conhecimento e atitudes relativos à captação de recursos, inclusive, financeiros, que satisfaçam suas demandas, em se tratando de suas ações maçônico-sociais na sociedade em que se insere, considerando o objetivo da Maçonaria para com a humanidade; qual é traduzido na atualidade, inclusive, pelos 8 Desafios do Milênio para o século XXI propalados no mundo pela UNESCO.
4 Justificativa
4.1 Necessário
Em considerando a necessidade de o Ser Humano realizar, todos nós sabemos que devemos não só captar, mas também guardar reservas de recursos humanos, financeiros e materiais, descomprometidos, inclusive, para fazer frente aos imprevistos, considerando o todo da sociedade que nos inserimos.
4.2 Legal
Art. 424 do Código Maçônico.
4.3 Moral
Principalmente no que respeita a construção do que importa para a evolução do gênero humano, ao contrário daqueles seres humanos que vivem como que na estagnação, sempre recuando ou postergando suas ações, maldizendo e queixando-se de tudo e de todos, aqueles que compreendem a importância de tal obra, geralmente empreendem numa tarefa, escolhem a meta, o método, os recursos e avançam para realizá-la.
E no que respeita uma organização, cujo fim seja o aperfeiçoamento do gênero humano, é verdade que os seus dirigentes devem estar certos de que nem sempre o que é estrategicamente desejado é tecnicamente possível; porquanto depende, inclusive, de recursos disponíveis específicos, não raro, indispensáveis, tais como também os financeiros.
5 MÉTODO
Fazer levantamento das demandas específicas de cada Loja Jurisdicionada, considerando suas ações maçônicas e sociais no meio qual se insere;
Promover capacitações para as Oficinas acerca de assuntos específicos, tais como:
-  Leis de Incentivo que possibilizam a captação de recursos;
- Elaboração de projetos;
- Elaboração de prestação de contas;
- Emendas Parlamentares diversas;
- Terceiro Setor;
- Empreendedorismo;
- dentre outros.
Instituir equipe de Consultoria para prestar assistência às Lojas necessitadas de assessoramento quanto a tal assunto;
Promover articulação e parceria entre a GLEB e instituições, tais como o SEBRAE, para auxílio aos diversos projetos das Lojas Jurisdicionadas;
Buscar parcerias com entes e entidades em cada município/região, potenciais apoiadores e patrocinadores dos projetos das Lojas;
Buscar articulação política entre a GLEB e os órgãos municipais, estaduais e federais visando apoios diretos e indiretos para realização dos projetos das Lojas;
Eleger e/ou promover políticos (vereadores, deputados estaduais e federais) vinculados à Maçonaria para promover articulação política para a realização de projetos elaborados pelas Lojas;
Definir grupos de trabalho;
Definir cronograma de reuniões dos grupos de trabalho;
Definir plano de execução e acompanhamento de ações estratégicas.
6 RECURSOS
6.1 Humanos
•   Consultores devidamente qualificados, e com experiência comprovada na área de elaboração e gerenciamento de projetos, bem como na captação de recursos, e com amplo conhecimento acerca das leis de incentivo (Municipais, Estaduais e Federais);
•   Gestores da GLEB.
6.2 Financeiros
•  Disponíveis de acordo com planejamento orçamentário da GLEB;
•  Recursos levantados através de parcerias firmadas com entes e entidades afins com os projetos a serem desenvolvidos;
•  Obtidos através de Leis de Incentivo.
6.3 Técnicos
•  Estatuto da GLEB;
•  8 Desafios do Milênio para o século XXI, propalados no mundo pela UNESCO;
•  Regulamentos das Leis de Incentivo (Municipais, Estaduais e Federais);
•  Emendas Parlamentares.
6.4 Materiais
•  De acordo com as ações a serem desenvolvidas.
7 FONTE
•  Art. 424 do Código Maçônico;
•  Emendas Parlamentares;
•  Leis de Incentivo diversas (Estaduais e Municipais), tais como Fazcultura, Lei Rouanet, Lei do Audiovisual, Lei da OSCIP etc;
•  Portal de Convênios do Governo Federal - SICONV;
•  Planejamento Estratégico da GLEB.
8 DIMENSÃO
Institucional
  Vide documento: "O Fortalecimento da Maçonaria Brasileira".

Trabalho XI
1 TÍTULO: Construir
2 Objeto: Construção de Nova Sede Própria
Programa de estudos, projetos e construção da Nova Sede Própria da nossa Querida GLEB.
3 Finalidade
Melhor atender às demandas, de então, advindas da evolução de nossa Grande Loja.
4 Justificativa
4.1 Necessário
No mundo de causalidades não há inteligência sem forma, tampouco forma sem inteligência. Não há substância sem forma, tampouco forma sem substância.
4.2 Legal
Art. Primeiro do Estatuto da GLEB.
4.3 Moral
O ser humano é o Templo do Divino; da Verdade, do Atemporal. Neste templo não se entra sem abrir sua porta; e não se abre sua porta sem a chave; enfim, sem inteligência em grau significativo o bastante.
Templo algum serve, senão para adorações genuínas; assim é o nosso corpo. Somos o Templo da Divindade; e é com nossa inteligência que podemos penetrar o mais profundo neste templo, para os devidos fins.
Somos um templo de Deus; nossa alma é o seu trono; o nosso espírito é o seu cetro; e a verdade é a sua religião. Todavia, a base para erigirmos o Templo do Divino não está no nosso exterior, mas no nosso interior.
Num Templo de Construtores Divinos, por exemplo, onde seus membros dão importância ao conhecimento, autoconhecimento e a auto-realização, portanto ao Saber, Sentir e Ser, melhor ainda, ao Bater, Pedir e Buscar, se pode verificar que neste ambiente o que é indicado, por exemplo, pela noção exata de alma, consciência e Lei Natural para a nossa evolução voluntária não é ignorado, tampouco esquecido ou inobservado.
Isto porque, assim como existem aqueles vão ao Templo para adorar a Deus, existem também aqueles que vão venerar a sua arquitetura, a partir de si mesmo.
5 MÉTODO
•  Elaborar projeto arquitetônico de construção da nova sede, que responda às demandas de nossa Potência;
•  Definir terreno para construção da nossa nova sede própria;
•  Buscar parcerias com entes e entidades, potenciais apoiadores e patrocinadores, para construção da nova sede própria da GLEB;
•  Definir grupos de trabalho;
•  Definir cronograma de reuniões dos grupos de trabalho;
•  Definir plano de execução e acompanhamento de ações estratégicas.
6 RECURSOS
6.1 Humanos
•   Arquitetos e Engenheiros contratados para elaboração de projeto arquitetônico e acompanhamento das obras de construção da nova sede própria da GLEB;
•   Gestores da GLEB.
6.2 Financeiros
•  Disponíveis de acordo com planejamento orçamentário da GLEB;
•  Recursos levantados através de parcerias firmadas com entes e entidades afins.
6.3 Técnicos
•  Projeto Arquitetônico de construção da nova sede própria da GLEB;
•  Estatuto da GLEB.
6.4 Materiais
•  De acordo com as ações a serem desenvolvidas.
7 FONTE
•   Art. Primeiro do Estatuto da GLEB.
•   Projeto Arquitetônico de construção da nova sede própria da GLEB;
•   Planejamento Estratégico da GLEB.
8 DIMENSÃO
Institucional
  Vide documento: "O Fortalecimento da Maçonaria Brasileira".

Trabalho XII
1 Título: Solidarizar
2 Objeto: Pecúlio Maçônico
Programa de criação, instituição e manutenção de Pecúlio Maçônico destinado ao Obreiro Maçom e familiares seus de 1º grau.
3 Finalidade
Criar um instrumento, de cunho monetário, onde os depositários (associados) possam, quando racionalmente justificado e oficialmente legitimado, ser beneficiado, segundo expediente normativo específico de tal instrumento.
4 Justificativa
4.1Necessário
A solidariedade é uma necessidade, pois somos humanos. Ela é a correspondência daqueles que vivem primando e praticando ideais nobres e de interesses comuns. Daí porque necessitamos fazer progredir a ideia de que a solidariedade mundial representa a nossa sobrevivência. A nossa “sorte” e a dos nossos semelhantes dependem de nós, em nossas individualidades; porquanto, a responsabilidade social reside, inclusive, no fato daquilo que depende de cada um de nós.
42 Legal
Art. 142, Inc. VII do Código Maçônico; Preâmbulo do Estatuto da GLEB, Dos Maçons.
4.3 Moral
A solidariedade é cara, mas não tem preço; e seu valor é de maior valia. Ela é a moeda real da humanidade. Ela é o instrumento importante a ser utilizado contra os inimigos da humanidade, portanto a favor destes. Contudo, ela é muito mais do que caridade; ela é dever moral de todos nós. Nós, seres humano temos o dever moral de viver praticando o bem, levando a sua solidariedade a todos os outros, principalmente aos infelizes e desafortunados, ainda que à nossa medida.
5 MÉTODO
•  Atualizar anualmente o cadastro geral de obreiros das Lojas da GLEB;
•  Criar cadastro on line de obreiros da GLEB e seus familiares para promover agilidade e permanente atualização do banco de dados;
•  Elaborar e divulgar amplamente documento específico sobre Pecúlio Maçônico, evidenciando as diretrizes para sua manutenção;
•  Definir grupos de trabalho;
•  Definir cronograma de reuniões dos grupos de trabalho;
•  Definir plano de execução e acompanhamento de ações estratégicas.
6 RECURSOS
6.1 Humanos
•  Gestores da GLEB.
6.2 Financeiros
•   Disponíveis de acordo com planejamento orçamentário da GLEB;
•   Recursos levantados através do Pecúlio Maçônico.
6.3 Técnicos
•   Estatuto da GLEB;
•   Cadastro de Obreiros da GLEB;
•   Regulamento do Pecúlio Maçônico.
6.4 Materiais
•   De acordo com as ações a serem desenvolvidas.
7 FONTE
•   Art. 142, Inc. VII do Código Maçônico; Preâmbulo do Estatuto da GLEB, Dos Maçons;
•   Pecúlio Maçônico;
•   Planejamento Estratégico da GLEB.
8 DIMENSÃO
Institucional
  Vide documento: "O Fortalecimento da Maçonaria Brasileira"